Salve o novo ano
- Duarte Filho

- 1 de jan.
- 2 min de leitura

Diferente de qualquer final, que sempre é acompanhado com a sensação do dever cumprido, já se encerrou, é passado; o início em se traz consigo muito mais incertezas, ansiedades, apreensões, enfim, é futuro e assim não nos cabe a certeza.
Cabe-nos a disponibilidade, o trabalho, a boa luta e o que mais nos é possível; o exemplo pessoal, individual, próprio de cada um e assim vai se formando o cumprimento do dever que ao final se cumprirá. Sim, como um ciclo, não necessariamente perfeito mas com retrocessos, aprendizados, releituras na busca constante do final melhor desejado.
No início, ainda na juventude, essa clarividência não nos toma como importante porque somente a diversão nos estimula. Adiante e sob às circunstâncias sócio-econômicas, às quais estamos submetidos, as necessidades de sobrevivência nos vai moldando e conduzindo para os trajetos que ao final nos torna eu, como hoje sou e você, como és.
Olhar para trás, somente pelas boas lembranças. O que agora nos importa na verdade é o caminho adiante, este que nos cabe seguir e quando nos for possível trazer conosco todos que no nosso raio de ação alcançarmos.
Assim será este, que agora se inicia, e todos os novos anos que nos restarem…
Feliz Ano Novo.
Ilustração: https://patchworkdasideias.blogspot.com/ - Reprodução.
Duarte Filho nasceu em Ribeirópolis/SE e reside atualmente em Aracaju/SE. É autor do livro Foi Assim... Confesso! Entre Atos e Omissões - Crônicas, Editora ArtNer, 2025.
Obrigado por ter lido esse texto. Se gostou da leitura, por favor, dê um click no coraçãozinho que está do lado direito, um pouco mais abaixo. Valioso também é receber um comentário seu e isso pode ser feito descendo um pouco mais na rolagem da página e escrevendo no espaço Escreva um comentário. Temos fé no diálogo!









Vamos em frente com esperança. Sem amarras do passado, mas com os aprendizados, dentre eles o espírito de solidariedade