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P R A I A D E A T A L A I A - S E R G I P E - B R A S I L
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Capítulo IX - Clemilda: a nossa Francisco, o Homem
Ver de perto pessoas tocando instrumentos musicais e cantando, à semelhança dos artistas que gravavam discos, era um acontecimento que ainda ecoava o frescor da novidade. Foi quando a fumaça da música trouxe outra nuance: a presença sonora de uma artista sergipana que falava e cantava no rádio. Embora me dissessem que ela era sergipana — assim como eu, o alfaiate Regi, o cantor Tontonho e a organista Gerusa, que regia o conjunto Embalo D, em Dores —, eu não a via em nenhum do
Antonio Passos de Souza
19 de set.2 min de leitura


Capítulo VII - Os Explosivos e outros conjuntos de baile
Pouco tempo depois dos primeiros contatos com a música, vivenciados exclusivamente em Nossa Senhora das Dores, tive acesso a mais uma configuração da expressão musical: os conjuntos de baile, como se dizia. Acredito que já estávamos na década de 1970 quando pude ver e ouvir de perto, pela primeira vez, um desses grupos. Recrudesceu, naqueles anos, algo como um sentimento de concorrência artística entre as cidades. Cada município deveria ter o seu conjunto musical, e esses dis
Antonio Passos de Souza
2 de set.2 min de leitura
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