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Capítulo IX - Clemilda: a nossa Francisco, o Homem
Ver de perto pessoas tocando instrumentos musicais e cantando, à semelhança dos artistas que gravavam discos, era um acontecimento que ainda ecoava o frescor da novidade. Foi quando a fumaça da música trouxe outra nuance: a presença sonora de uma artista sergipana que falava e cantava no rádio. Embora me dissessem que ela era sergipana — assim como eu, o alfaiate Regi, o cantor Tontonho e a organista Gerusa, que regia o conjunto Embalo D, em Dores —, eu não a via em nenhum do
Antonio Passos de Souza
19 de set.2 min de leitura


Roteiro para um baú de afetos: Francisco J. C. Dantas!
O que na palavra “sodalício” possa parecer pedante, altamente usado por integrantes de academias de letras, a rigor esconde a origem latina do termo sodalitium, que quer dizer “companheirismo”. Foi com esse espírito que saímos de Aracaju. Conduzidos pelo piloto Silvan Aragão, sob o olhar atento de Expedito Souza — e no carro também com minha companheira Monica —, além da companhia de Antônio Saracura das Academias Sergipana de Letras e da congênere de Itabaiana, rumamos para
Luiz Eduardo Oliva
24 de mai.4 min de leitura


Bole-bole, Saramandaia, Perus e Guinés... antes e depois do PT
Meu amigo Marcone Borges tem sido muito atencioso comigo. Descobriu um modo que particularmente me agrada de cultivo da amizade. Envia...
Antonio Passos de Souza
6 de jan. de 20252 min de leitura
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