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Joubert Moraes: seu tempo, um ciclo
As barricadas de Paris e a magia woodstoquiana ecoaram no Parque Teófilo Dantas, moldando uma juventude que ousou quebrar estruturas. No final dos anos sessenta, o mundo vivia um reboliço, literalmente. “1968 foi o ano que não acabou”, disse Zuenir Ventura. E continua inacabado, como o século XX, enquanto este que vivemos teima em não acontecer. Em Paris, as barricadas dos estudantes enfrentavam o establishment. Nos EUA, outra onda varria o mundo. Woodstock foi a maior revolu
Luiz Eduardo Oliva
18 de ago.4 min de leitura


Ladrão de jornais: bastidores da birra entre dois titãs da contracultura sergipana
Amaral Cavalcante: inventor e guardião da Folha da Praia Já disse antes, esta não é a primeira vez, que quatro figuras vindas do espaço...
Antonio Passos de Souza
2 de fev. de 20253 min de leitura


Pipiri: cara e memória de uma Aracaju ancestral
Reprodução de página com texto de Alcides Melo sobre o artista Pipiri, Sumário e Capa da Revista PIPIRI - Ano I - Nº 00 - Dezembro/2024,...
Antonio Passos de Souza
26 de dez. de 20244 min de leitura


"Além do Mais": o convite
Eu tinha pouco mais de 20 anos quando a jornalista Ilma Fontes leu um relatório de pesquisa redigido por mim. Sem hesitar, ela me...
Antonio Passos de Souza
4 de nov. de 20242 min de leitura
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