Leila Pereira e BAP, sobriedade e assombração!
- Tchê Batista

- há 18 horas
- 2 min de leitura

É impressionante a exploração emotiva, nas redes sociais, da demissão de Filipe Luís do Flamengo. Ainda bem que existe a boa e velha imprensa para contrabalançar.
Na terra sem lei das redes, o ex-técnico rubro-negro aparece como um exilado. Alguém que foi violentamente expulso do próprio país e agora perambula refugiado, à míngua.
O jornalismo informa, porém, que o jovem treinador continuará recebendo do Flamengo, até dezembro de 2027, o salário mensal de dois milhões e cem mil reais!
Convenhamos, não se trata de um desamparado. O “seguro-desemprego” nababesco só será interrompido se for assinado contrato com um novo clube. Óbvio.
Entretanto, a desculpa de que o motivo da demissão foi o início ruim da temporada 2026, escorrega macio na direção daquilo que antigamente se dizia “conversa pra boi dormir”.
Após a conquista do Carioca 2026 sobre o Fluminense, nos pênaltis, foi constrangedor o novo técnico, Leonardo Jardim, caçando abraços dos jogadores no gramado.
Vexame maior só a entrada de BAP em campo para comemorar o título estadual. Fez lembrar o estilo do reinado absolutista de Eurico Miranda, no rival Vasco da Gama.
Em dezembro de 2024, publiquei o artigo “Furacão BAP”, aqui mesmo no Articulistas em rede, do qual relembro agora os seguintes trechos:
“Ainda não deu nem tempo de esfriar o acento da cadeira que era usada por Landim e o BAP tá fazendo um mutirão de mudanças que não acaba mais.”
“Quando não rompe com o que estava encaminhado, aceita de mau gosto. Vejam só! Questionou a inquestionável entrega da camisa 10 a Arrascaeta.”
“Manteve Filipe Luís como técnico, mas exibindo explicitamente uma desnecessária condição de submissão e insegurança para o treinador.”
Esses dias, foi a vez de Tostão, craque da bola e da escrita, em sua coluna na Folha de S. Paulo, denunciar a assombração BAP:
“Os presidentes da Fifa e do Flamengo fariam uma boa dupla, comandados por Trump. Querem ser os donos do futebol e do mundo.”
E o que dizer das contratações da era BAP? Duas delas, pelo menos, à primeira vista, gritam como “pixotadas” assombrosas: Samuel Lino e Emerson Royal.
No Dia Internacional da Mulher, comparando as finais dos campeonatos paulista e carioca, restou explícito que a melhor gestão atual no futebol brasileiro é conduzida por ela: Leila Pereira, presidente da Associação Desportiva Palmeiras.
Fotos: Redes Sociais / Reprodução.
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