Naquela mesma época e ainda em Ribeirópolis, transparecia em mim um interesse por música maior do que o comum, entre garotos da minha idade. Nesse fervor, fui apresentado a um alfaiate chamado Regi, que tocava violão e trabalhava na alfaiataria de Tonho Saracura. Percebi logo que Regi não era um músico muito habilidoso. Ele tinha alguma dificuldade em harmonizar, no violão, os acordes armados por uma das mãos e a batida ou dedilhado feitos com a outra. Era desses artistas cuj