O mote para esta reflexão miúda encontrei-o lendo Rubem Alves: mais exatamente o capítulo “Os juízes”, do livro O velho que acordou menino. Antes de qualquer divagação, vamos às palavras do astuto escritor mineiro: “Um outro caso de desencontro entre os homens do lugar e os juízes efêmeros se deu quando um roceiro que viera à cidade para comprar querosene, sal, rapadura e fumo de rolo se sentiu premido por uma urgência fisiológica inadiável. Sem alternativas, fez o que normal