Perto da minha casa, funciona uma escola infantil. Logo cedo, enquanto espero o transporte para ir trabalhar, costumo observar a chegada das crianças. Em número expressivo, parte delas entra bem decidida, demonstrando contentamento; outras, geralmente as menores, aparecem ainda com sono ou não querem deixar a companhia de suas mães ou de seus pais. Vejo com frequência o administrador da escolinha, junto com as funcionárias, na portaria, recebendo calorosamente as crianças. Go