Ver de perto pessoas tocando instrumentos musicais e cantando, à semelhança dos artistas que gravavam discos, era um acontecimento que ainda ecoava o frescor da novidade. Foi quando a fumaça da música trouxe outra nuance: a presença sonora de uma artista sergipana que falava e cantava no rádio. Embora me dissessem que ela era sergipana — assim como eu, o alfaiate Regi, o cantor Tontonho e a organista Gerusa, que regia o conjunto Embalo D, em Dores —, eu não a via em nenhum do