As barricadas de Paris e a magia woodstoquiana ecoaram no Parque Teófilo Dantas, moldando uma juventude que ousou quebrar estruturas. No final dos anos sessenta, o mundo vivia um reboliço, literalmente. “1968 foi o ano que não acabou”, disse Zuenir Ventura. E continua inacabado, como o século XX, enquanto este que vivemos teima em não acontecer. Em Paris, as barricadas dos estudantes enfrentavam o establishment. Nos EUA, outra onda varria o mundo. Woodstock foi a maior revolu