Meu primeiro encontro com Ana Badyally deu-se nos anos 1980. Eu escrevia na Folha da Praia e ela, de súbito, me pareceu merecedora de divulgação. Era uma garota vibrante, de uma agilidade mental que saltava aos olhos, um trato pessoal pra lá de envolvente e irreverência da cabeça aos pés. Em "merecedora de divulgação" é preciso dar o sentido real da expressão: a cidade não poderia ficar sem saber daquela "gema bruta" saída do nosso chão. Levei-a até a redação do Folha, no len