Na semana passada, revi um personagem muito importante na história do Brasil. Ele ainda está vivo, mas encontra-se bastante relegado no imaginário nacional. Refiro-me ao Zé Gotinha. Quem tem menos de 30 está perdoado por não conhecê-lo. Mas, quem já passou da idade de Cristo – como se anunciava nos bingos dos parques de diversão – não tem desculpa. Até o final do século passado, era comum ver muitas pessoas com um tipo bem característico de deficiência: uma ou as duas pernas