Quando vejo hoje os anúncios de bandas cover ocupando pubs e bares de Aracaju, lembro com certa nostalgia dos shows de rock dos anos 1980. Naquele tempo, tocar não era apenas subir ao palco. Era organizar tudo. Do som ao cartaz. Do espaço ao público. Era uma tentativa insistente de levar a música independente, as composições próprias, a quem estivesse disposto a ouvir. Desde 1984, isso já era evidente. O primeiro festival de rock realizado na quadra do Conjunto Inácio Barbosa